Curral das Freiras

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Grupo de Folclore da Casa do Povo do Curral das Freiras

CONTACTO: Sitio das Casas Próximas, 9030-040 Curral das Freiras
Telefone:291712566 / 965621913 / 962358195
e-mail:gfcpcurraldasfreiras@hotmail.com

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FUNDAÇÃO: 1 de Novembro de 1987

ENSAIO: Sexta-feira (quinzenalmente) / 21h / Casa do Povo

O Grupo de Folclore da freguesia iniciou-se com uma pequena formação, orientada pelo Sr. Luís Paixão, que contou com a aderência de toda a população, criando propositadamente a marcha do Curral das Freiras.
A sua primeira atuação foi na Festa da Castanha no Curral das Freiras.
O grupo tenta representar o passado do Curral das Freiras desde finais do séc. XVIII até inícios do séc. XX, época em que a sua população dependia, essencialmente, do que produzia na terra e do que ia vender ao mercado do Funchal.
Os trajes e objetos etnográficos usados são o resultado de uma recolha realizada junto dos mais antigos da freguesia e da análise de bibliografia.
Sendo um dos seus objetivos a valorização e ocupação dos tempos livres da população do Curral das Freiras, este grupo tenta demonstrar às gerações mais novas as suas origens e o orgulho que têm em manter vivas as suas tradições e não deixar que as mesmas se apaguem da memória do nosso povo.

Curral das Freiras
O Curral das Freiras fica situado no interior da ilha da Madeira, rodeado de altíssimas montanhas, é uma terra que possui uma extraordinária beleza natural.
No início da Colonização, a designação deste local era apenas de “Curral” por ser terra de grande criação de gado. A 11 de Setembro de 1480, o Curral foi vendido ao segundo Capitão – Donatário do Funchal, João Gonçalves da Câmara. Destinava o 2.º Capitão-Donatário do Funchal esta aquisição de terrenos, como dote de suas filhas D. Elvira e D. Joana, que entraram em 1497 como noviças no convento de Santa Clara. A partir dessa data, o Curral passou a chamar-se, Curral das Freiras.

Principais canções e danças tradicionais
Baile do Curral das Freiras
Baile das Romarias
Baile dos Noivos
Baile da Monda do Pomar
Baile de Nossa Senhora do Livramento
Domingo de Páscoa
Canção: Dias da Semana
Canção: Linda menina
Canção da Erva

Trajes 
O grupo de Folclore da Casa do Povo do Curral das Freiras apresenta diversos trajes, mas os mais representativos são os seguintes:
– O traje domingueiro que era usado no séc. XIX pela mulher para ir à missa e em dias de festa, é constituído por saia de fundo vermelho de cor uniforme, blusa de linho branco e combinação interior e bota-chã. Apresentam lenço branco ou enramado na cabeça, com pontas amarradas debaixo do queixo.
– O homem nesta época, usava o tradicional fato branco de linho da terra, quando ia ao mercado ou quando transportava os doentes usando a rede. À cabeça usa um barrete redondinho preto de lã fiada.
– Nos sítios mais próximos à serra o homem usava o fato de seriguilha que é constituído por calças e colete castanhos de lã de ovelha, camisa branca de linho, lenço vermelho sobre os ombros e na cabeça barrete de orelhas.
– Um dos trajes de cote usados pela mulher apresentados é constituído por saia de lã branca, camisa de chita e xaile preto e lenço florido para o trabalho na fazenda e nas atividades realizadas em casa. Algumas mulheres não usavam lenço.
– No início do séc. XX a mulher usava saia e camisa de chita ou linho, com Xaile de seda e banda de crepe. Algumas usavam vestido inteiro de chita.
– O Homem usava camisa de linho de gate, calças e colete de cotim, chapéu e bota preta de cabedal. Alguns usavam fato de cotim escuro com sapato preto de cabedal.
– Em finais do século XIX e início do séc.XX, os homens usavam calças de cotim, camisa de linho, butifarras de cano alto e barrete de orelhas, para realizarem os trabalhos da fazenda.
– As mulheres usavam camisa e saia de chita para os trabalhos domésticos. Na maior parte das vezes executava as tarefas descalça.

Representações Nacionais: 
– Em 1990 representaram a Madeira no FESTINATEL – Oeiras;
– Em 1992 participaram num Festival de Folclore da ilha Terceira – Açores;
– Em 1993 representaram a Madeira em diversas festas em Alcobaça;
– Em 1994 realizaram o primeiro intercâmbio Cultural com o Rancho Folclórico de Fortios- Portalegre;
– Em 1997 realizaram um intercâmbio cultural com o Rancho Folclórico das Lavradeiras de Carreço – Viana do Castelo;
– Em 1998 realizaram um intercâmbio cultural com o Rancho Folclórico de São Paio de Gramaços – Oliveira do Hospital;
– Em 2002 acompanhou a Associação das carnes da RAM numa viagem a Sousel – Alentejo;
– Em 2003 realizaram um intercâmbio cultural com o Grupo de Danças e Cantares de Perre – Viana do Castelo;
– Em 2006 realizaram um intercâmbio cultural com o rancho de Flores da Beira – Oeiras e com o Rancho Folclórico de Polvoreira – Guimarães.

Representações internacionais: 
– Em 2001, a convite da comunidade madeirense em Caracas deslocou-se à Venezuela;
– Em 2005, a convite da comunidade madeirense do Morro de São Bento- Santos, deslocou-se ao Brasil;
– Em 2008, a convite da Associação dos Filhos de Câmara de Lobos de Maracay, deslocou-se à Venezuela.

Outras atividades
Encontros de Folclore (Setembro de 2006 e Novembro de 2008)
Passeios
Visitas do Espírito Santo
Jogos Tradicionais
Romagens nas festas de Nossa Senhora do Livramento e no Natal
Cantar dos Reis
Participação no cortejo carnavalesco

Publicações/Edições
CD-áudio “Reviver” (Julho de 2005)
Coleção de postais (Setembro de 2004)

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